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Violência contra mulheres que vestem calças no Malawi. Que Coisa!!!

Cerca de 3 mil manifestantes se reuniram nesta sexta-feira na capital econômica de Malawi, Blantyre, para protestar contra a onda de violência que aconteceu na semana em Lilongüe contra várias mulheres vestidas com calças. Os manifestantes, liderados pela advogada ativista Seodi White, se reuniram dentro de um local, pois queriam evitar confrontos, disse Seodi à imprensa. Esta semana, vários agressores rodearam uma dezena de mulheres vestidas com calças apertadas e as arrancaram, deixando as vítimas humilhadas e seminuas na rua. O grupo de agressores disse ter agido sob as ordens do presidente do Malauí, Bingu wa Mutharika, que recentemente fez uma crítica à forma de vestir ocidental. Por seu turno, Mutharika deu uma entrevista colectiva na qual condenou as acções qualificadas por ele como "terroristas" e deu ordem para prender qualquer pessoa que ataque uma mulher por causa de sua forma de vestir. Vários suspeitos foram detidos, mas o incidente abriu passagem...

Mano! Estou a dizer-te. Ela só será minha mulher de verdade, no dia que me der um filho

“ Mano! Estou a dizer-te. Ela só será minha mulher de verdade, no dia que me der um filho” Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011, por volta das 19 horas, estava sentado num dos cafés no centro da   cidade de Chimoio a tomar o meu cafezinho, depois de uma longa e bela jornada de trabalho. Ao lado da mesa onde eu me encontrava sentado, estava uma outra onde, dois jovens conversavam sobre a vida. A dado momento, o jovem que aparentava ter por aí, 25 anos de idade, disse ao amigo que não estava feliz, porque casou-se a três anos e a mulher não estava ainda capaz de lhe dar um filho que ele tanto desejava. Disse ainda que, sofria uma pressão familiar sobretudo por parte da mãe dele que insistentemente dizia que ele devia procurar uma outra mulher uma vez que, a actual não serve, pela mesma razão. O amigo com que ele conversava e que   aparentava ter também a mesma idade, disse que concordava com a mãe do amigo e   mais, que,   um homem sem filho principalmente quando ...

Formacao/Treinamento sobre Envolvimento de Homens e Rapazes na Transformacao das Normas de Genero

Oferecemos Formacoes sobre Envolvimento de Homens e Rapazes na Transformacao das Normas de Genero com varios pacotes : Genero/HIV e SIDA/Alcoolismo/Drogas/Saude Sexual e Reprodutica/Planeamento Familiar/Migracao e Outros incluindo a Formacao de Formadores. E-mail: gilberto_mz@yahoo.com.br

Egipto: Mulheres protestam contra violência das autoridades

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Foram cerca de 10 mil as mulheres que se juntaram na praça Tahrir, no centro do Cairo, numa manifestação contra a violência exercida pelas autoridades militares sobre as manifestantes, neste que já é o quinto dia consecutivo da nova vaga de confrontos violentos no Egipto. Em causa estão as imagens polémicas divulgadas esta semana onde se vê um conjunto de militares a arrastar uma mulher pelos cabelos, pisando-a e agredindo-a até ficar com o soutien e a barriga à mostra. Imagens da violência e repressão feroz aos manifestantes que chocaram a opinião pública e, sobretudo, os cidadãos do país. Carregando cartazes com fotografias do dito episódio, a multidão feminina gritava: «Tantawi despiu as mulheres egípcias, juntem-se a nós [na manifestação]», referindo-se ao marechal de campo Hussein Tantawi, o líder da junta militar que governa o país. Ainda antes do final da manifestação, o Conselho Supremo das Forças Armadas emitiu uma declaração excepcionalmente forte...

Exposição sobre Masculinidades e Violência Contra Mulheres em Mocambique

Cumpre-nos comunicar que, de 25 de Novembro a 22 de Dezembro de 2011 , o Centro Cultural Brasil e Moçambique em Maputo, vai acolher uma exposição sobre as masculinidades, com foco sobre a violência contra mulheres e raparigas. Organizada pela Rede Homens Pela Mudança em parceria com a Escola Nacional de Artes Visuais , a exposição pretende chamar a atenção , especialmente a grupos de homens, para os problemas relacionados as masculinidade em Moçambique através de uma combinação de diferentes disciplinas das artes artes especialmente a visual ( esculturas, vídeos, pinturas e fotos). Histórias de vida, trabalhos jornalísticos , materiais de campanha, idéias expressas no ditado popular , factos, números e artefactos da vida real sobre masculinidades e violência contra as mulheres . Esta é uma exposição itinerante , com uma abordagem crítica, educacional e interativa, que vai passar por diferentes regiões de Moçambique. Estes materiais sã...

ONU reivindica fim de violência contra as mulheres

Nações Unidas, 23 nov (Prensa Latina) As Nações Unidas instou hoje aos governos a pôr fim à epidemia da violência contra as mulheres e meninas e afirmou que "só então viveremos em um mundo mais justo, pacífico e equitativo". O apelo está contido em uma mensagem do secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, com motivo da comemoração amanhã no Dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher, instaurado pela Assembléia Geral em 1999. O texto adverte sobre as múltiplas formas de violência contra as mulheres, entre elas a violação, a agressão doméstica, o assédio no trabalho, os abusos na escola, a mutilação genital feminina e a violência sexual nos conflitos armados. Argumenta que esses actos são cometidos na sua maior parte por homens, e que o mero facto de ameaçarem com violência é um dos maiores obstáculos à plena igualdade da mulher. O direito das mulheres e as meninas de viver sem sofrer violência é inalienável e fundamental e está consagrado na ...

Violência contra as mulheres: um fenómeno multidimensional

A violência contra as mulheres é uma forma de discriminação e uma violação de direitos humanos, sendo que a sua persistência constitui um pesado retrocesso civilizacional. Tendo em conta que as suas manifestações são variadas e complexas, a resposta a este fenómeno terá que ser global, estratégica e exige o envolvimento de toda a sociedade.    Ao invés de constituir um conjunto de fenómenos isolados e facilmente repreensíveis pelo conjunto da sociedade, a violência contra as mulheres constitui uma realidade cultural que se fundamenta na relação estrutural de desigualdade que existe entre mulheres e homens. A permanente repressão contra as mulheres visa, na realidade, perpetuar a sua menorização e constituir uma forma de controlo sobre o seu poder e a sua sexualidade. A violência contra as mulheres é um fenómeno multidimensional, não se limitando a uma cultura, região ou país nem a um grupo específico de mulheres numa sociedade. A violência doméstica assume, po...

Formacao sobre Genero, Migracao e HIV

Estou em Madagascar a dar duas formacoes sobre Genero, Migracao e HIV, nas provincias de Mahajanga e Toamasina (Tamatave). E muito bem interessante a semelhanca dos aspectos relacionados com  os problemas de desigualdade de genero com os de Mocambique. E a semelhanca de Mocambique, os problemas de genero sao vistos como problemas que somente dizem respeito a mulheres. Ficou interessante, nestas duas formacoes, onde estavam mulheres e homens na mesma sala a discutirem sobre aspectos de socializacao de genero de forma bastante aberta e os homens aceitarem que sao tambem parte do problema, pelo que devem se engajar na solucao do mesmo, sobretudo atraves de uma reflexao profunda sobre as normas socialmente construidas que define os papeis de homens e mulheres. E verdade que nos, em Mocambique ja estamos avancados nestas materias, uma vez que ja temos inclusive homens a se engajarem em assuntos de genero, temos uma rede de organizacoes que trabalham com homens (HOPEM), temos um progra...

Sera que a sociedade mocambicana julga as mulheres e os homens da mesma forma?

1. Porque muitas das vezes que, o homem morre, se culpa a mulher? Principalmente quando casal tinha bens consideraveis. E por via disso, a mulher muita das vezes acabando por perder o direito a posse dos bens em beneficio da familia do falecido, dexando-a numa situacao de a Deus dara ou penuria total, sozinha e por vezes com criancas. Mas quando morre a mulher, nao se culpa a ninguem. o homem continua a sua vida sem perturbacao nenhuma. Quantas vezes vemos estas vergonhas na nossa sociedade? É justo? 2. Ainda nesta linha, temos vivido outras situacoes como por exemplo: a mulher morre, no dia seguinte o homem ja vive com uma outra mulher na mesma casa, mas, o contrario ja nao pode e "nem deve" acontecer a mulher viver com um outro homem na mesma casa? Nem depois de passarem dez anos. Caso a mulher decidir viver com outro homem. Quantos adjectivos ela recebe da familia, comunidade, amigos, vizinhos, etc? É justo? 3. Mulher e Homem decidem "juntar seus trapinhos...

PEPFAR - Formacao sobre Genero em Mocambique

PEPFAR procura integrar as questões de gênero em todas as áreas de seus programas, e como um marco da Iniciativa Global para a Saúde ( GHI ) ajudou a implementar o foco GHI sobre as mulheres , meninas e igualdade de gênero. Confira mais em: http://www.ghi.gov/newsroom/blogs/2011/174843.htm

Mocambique - Sera que as mulheres gozam plenamente dos seus direitos em Mocambique?

Amigas e Amigos Este sabado, pelas 18 horas na Televisao de Mocambique, os homens – Eugenio Bras, Jeremias Chamo, Honorio Isaias sob moderacao de Gilberto Macuacua - vao conversar sobre: Sera que as mulheres gozam plenamente dos seus direitos em Mocambique? Depois dos jogos africanos, o programa Homem que e Homem regressa a sua tela com mais temas para reflexao, numa abordagem de comunicacao de Homem para Homem. Participe! Este programa conta com apoio da UN WOMEN, produzido pela ArtSocial e transmitido pela Televisao de Mocambique.   Gilberto Macuacua 

Conferencia em Uganda - Kampala

Estou participando na conferencia Regional da Men Engage sobre Envolvimento de Homens na transformacao das normas de genero, planificacao 2011 - 2013 em Kampala - Uganda. Gilberto Macuacua

Laurentina Preta

Publicidade da Laurentina Preta retirada da circulacapo. so me resta parabenizar a empresa Cervejas de Mocambique pelo feito, as organizacoes da SC mocambicana e dizer igualmente que desta forma EU VOLTO A CONSUMIR A CERVEJA PRETA com esperanca de que algo igual nao voltara a acontecer. Gilberto Macuacua

REPÚDIO À PUBLICIDADE DA LAURENTINA PRETA

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA CONJUNTA (FÓRUM MULHER E LDH) Data: 6 de Setembro de 2011 Hora: 10 horas Local: SNJ ______________________________________________ COMUNICADO DE IMPRENSA FORA! À PUBLICIDADE DA LAURENTINA PRETA!!! Estamos chocados/as. A Empresa Cervejas de Moçambique, uma empresa “Made in Mozambique”, que deveria ser nosso orgulho nacional tornou-se nossa vergonha nacional e internacional se considerarmos que temos no nosso país visitantes de vários lugares do mundo que vieram participar nos Jogos Africanos e certamente que já viram esta publicidade. As Cervejas de Moçambique   decidiu insultar e ultrajar as mulheres moçambicanas (e talvez todas as mulheres) com uma Publicidade que usa e abusa do corpo duma mulher - sem cabeça e sem membros inferiores - com o símbolo da cerveja estampado na região da púbis (do órgão genital), e ainda com dizeres: “ Esta preta foi de boa para melhor . Agora com uma garrafa mais sexy”, justamente para denotar que ela...

Quando e que nos homens consideramos algumas praticas como violencia?

O video do programa Homem que Homem 4a Edicao, os homens (Gilberto Macuacua, Jorge Matine, Bayano Valy e Honorio Isaias) conversam sobre algumas praticas masculinas como sexta-feira dia dos homens, homem que e homem nao da satisfacoes a uma mulher e Homem que Homem e aquele que tema mais que uma mulher e a relacao que estas praticas tem com a violencia contra a mulher. assista em: http://www.youtube.com/watch?v=lF-ojtUSTfs Este programa conta com o apoio da UN WOMEN, produzido pela ArtSocial, Apresentado por Gilberto Macuacua e transmitido pela Televisao de Mocambique.

Masculinidade e Violencia

Assista o debate no programa televisivo Homem que e Homem em: http://www.youtube.com/watch?v=g5qJ40ajY1o Apoiado pela UN Women, produzido pela ArtSocial e transmitido pela Televisao de Mocambique.

Relatório aponta discriminação jurídica contra mulheres e faz recomendações

O relatório O Progresso das mulheres no mundo (2011-2012): em busca da Justiça, lançado recentemente pela ONU Mulheres, aponta discriminação jurídica contra mulheres em todos os continentes, com leis discriminatórias relacionadas à família, propriedade, trabalho e cidadania. Para erradicar a injustiça, o texto traz dez recomendações e mostra exemplos em que as violações foram vencidas e abriram caminho para a garantia de direitos. “Em muitos contextos, tanto em países ricos como pobres, a infraestrutura judiciária, incluindo a polícia, os tribunais e o judiciário, tem fracassado no que respeita aos direitos da mulher, fracasso que se manifesta na prestação inadequada de serviços e na atitude hostil de quem tem o dever de satisfazer as necessidades das mulheres”, aponta.   Em todo o mundo, há maisde 603 milhões de mulheres cujos países não proíbem por lei a violência doméstica. Odocumento lembra que o século passado trouxe muitas conquistas às mulheres, com leis que g...

Mulheres que sofreram violência e abuso têm mais chances de desenvolver problemas mentais

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Segundo um novo estudo, as mulheres são drasticamente mais propensas a desenvolver distúrbios mentais em algum momento de suas vidas se tiverem sido vítimas de estupro, agressão sexual, perseguição, ou violência doméstica. A conexão entre experiências angustiantes e saúde mental não é tão surpreendente, mas as descobertas destacam o quão fortemente os dois problemas estão interligados. Ou seja, é importante que médicos e outros profissionais de saúde perguntem às mulheres sobre episódios passados de violência, mesmo que estes aconteceram anos atrás. Segundo os cientistas, quando os profissionais tratarem mulheres com depressão ou problemas de saúde mental, é melhor se ligar no fato de que a violência pode estar por trás disso. Os pesquisadores analisaram dados de saúde de uma amostra nacionalmente representativa de mulheres australianas entre as idades de 16 e 85 anos. Episódios de agressão sexual, assédio, e outros tipos de “violência de gênero” eram muito comuns, ...

Porque os homens batem em Mulheres?

 Veja a conversa de Homem para Homem a respeito no programa Televisivo Homem que Homem em Mocambique atraves do link a seguir:   http://www.youtube.com/watch?v=dwvI99J5A1Y

ONU: apesar dos avanços, mulheres ainda sofrem violência e discriminação

ONU: apesar dos avanços, mulheres ainda sofrem violência e discriminação As mulheres de todo o mundo gozam de mais direitos do que nunca, mas ainda são objecto de discriminação nos seus locais de trabalho e vítimas frequentes da violência doméstica. A conclusão é de um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado nesta quarta-feira. O documento publicado pela ONU-Mulheres elogiou o avanço das mulheres nas urnas, destacando que atualmente o sufrágio "quase universal" é regra em todo o mundo, ao contrário de há um século, quando apenas dois países permitiam o voto a elas. Mas ainda que as mulheres conquistem influência social e direitos políticos, as restrições no âmbito pessoal ainda atrasam seu desenvolvimento. "Muitas vezes nega-se à mulher o controle do seu próprio corpo e voz na tomada de decisões e proteção contra a violência", diz o relatório assinado por Michelle Bachelet, ex-presidente do Chile e agora diretora da nova agênci...

Violencia Contra a Mulher - Uma Verdadeira Epidemia

Os dados a seguir foram colectados pela ONU e mostram como a violência contra a mulher é uma verdadeira epidemia. Ela assume muitas formas – física, sexual, psicológica e econômica - que se interrelacionam e prejudicam as mulheres desde antes do nascimento até a velhice. Ela está na origem de problemas de saúde, dificuldade de participação na vida púbica, empobrecimento das famílias, queda na qualidade do relacionamento familiar e o cuidado com filhos. Não custa lembrar que a violência contra a mulher reforça outros tipos de violência predominantes na sociedade. Infelizmente a violência contra as mulheres não está confinada a uma cultura, uma região ou um país específicos, nem a grupos de mulheres em particular dentro de uma sociedade. As raízes da violência contra as mulheres decorrem da discriminação persistente contra as mulheres e que fazem com que cerca de 70% das mulheres sofrem algum tipo de violência no decorrer de sua vida. Hoje mulheres entre 15 e 44 anos corr...

Programa de televisao Homem que e Homem - Estreia - Assita aqui.

http://www.youtube.com/watch?v=0vwud5XS71Q&feature=related Assista aqui - Programa Homem que Homem - Estreia

Michelle Obama apela ao activismo dos jovens africanos

http://www.zwelangola.com/index-lr.php?id=6256

Violentar uma mulher gavida. mau ma

Sabias que:A violencia contra a mulher durante a gravidez constitui um risco para saude da mae e do Bebe por nascer? O abuso durante a gravidez e uma factor de risco significante para baixo peso ao nascimento, infeccoes e anemia. Gilberto Macuacua

Bachelet denuncia epidemia mundial de violência contra mulheres

Veja com mais detalhes em:  http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/internacional/2011/5/23/Bachelet-denuncia-epidemia-mundial-violencia-contra-mulheres,371f7434-f14e-4b74-b966-8f7798dc3ff8.html Bachelet denuncia epidemia mundial de violência contra mulheres Genebra – A directora-executiva da ONU-Mulher, Michelle Bachelet, denunciou uma epidemia mundial de violência contra a mulher, num debate no Conselho de Direitos Humanos da ONU nesta sexta-feira em Genebra. "É ampla, persistente, global, omnipresente (...), uma epidemia como a da SIDA", estimou Bachelet ao se referir à violência contra a mulher no mundo, durante um discurso improvisado após escutar as opiniões de diversos Estados e Organizações Não-Governamentais (ONG) sobre o tema.  "A melhor forma de lutar contra essa violência é matá-la pela raiz (...), essa forma de violência está condicionada pela cultura, então, pode modificar-se (...), a prevenção é uma orientaçã...

Homem que Homem - Na Televisao de Mocambique

Estreia, o programa Homem que e Homem. De Homem Para Homem A passar todos os sabados pelas 18horas na Televisao de Mocambique (TVM). Leva os homens a reflectirem sobre os padrões de masculinidade existentes em Moçambique; até que ponto eles são nocivos  ou beneficos na nossa sociedade e desta maneira contribuir para a redução dos casos de violência contra mulher e não só. Acreditamos também no mesmo âmbito, que a sua implementação contribuirá na redução de vários outros problemas sociais, assim como aproximar mais as familias moçambicanas, afastando vários obstáculos que minam o desenvolvimento harmonioso das mesmas, e ainda oferecer boas referências aos rapazes de hoje sobre o que é ser homem. Espero por voce Gilberto Macuacua

Diga Não a Violência

Tenho dificuldades em aceitar esta triste realidade. Muitas mulheres agredidas e sofrem em silêncio em nome do amor. Muitas morreram silenciosamente protegendo ''criminosos'' tudo em nome do amor. Minha mulher está gravida e ainda não sabemos qual é o sexo do/a bebe.  Se for um menino, espero que pense como eu hoje, que seja também contra todas as forma de violência e que não cometa nenhum acto violência na sua vida e se for uma menina, aí tenho medo e muito medo. Espero que nenhum homem a violente. É provavel que eu não tenha como controlar isto, mas me preocupa muito. Por favor, deixem-me realizar meus sonhos em paz, vamos parar com a Violência. Puxaa!! Ela causa muita dor e desgraça. Ja paramos para pensar nisso? Será que é agradável ser um criminoso? Violência é crime e desculpem-me porque não consigo chamar outro nome a quem a pratica. Quero apelar à denúncia de casos de violência. Em moçambique temos aprovada a Lei 29/2009, que é a lei sobre a violência domést...