Violencia doméstica
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
Nós moçambicanos ficamos retraidos quando é para falar sobre a Violência Doméstica. Porque? Será que está tudo bem mesmo? Ou....?
Gilberto Macuacua
Gilberto Macuacua
Gilberto Macuácua Harilal é um Activista Social focado no Engajamento de Homens e Rapazes na Promoção da Igualdade de Género, SDSR e combate a VBG. Possui uma vasta experiência em Comunicação para a Mudança Social de Comportamento, Mobilização Social, Desenvolvimento de Capacidades e Advocacia.
O Sr. Macuácua Harilal é um conhecido Apresentador de TV na TVM, Fundador da iniciativa Homem que é Homem (HQH Produção e Serviços), Fundador do Instituto Para a Promoção do Desenvolvimento Social (IPDS) e Co fundador da Rede HOPEM (Homens Pela Mudança).
Está a investigar a relação entre as Masculinidades e direitos humanos das mulheres em Moçambique.
Ele é o Autor e Líder das Campanhas #VamosLaCombinar, #Istoeserhomemtambem e #foradacaixamoz.
O seu trabalho no combate à violência contra as mulheres e na promoção da igualdade de género, é reconhecido por instituições como o Departamento de Estado dos Estados Unidos - Bureau of Educational and Cultural Affair, Gender Links a Southern African NGO, com sede em Joanesburgo, África do Sul, Governo da Cidade de Pensacola, Florida, EUA, que o presenteou com o certificado de cidadania como cidadão honorário da Cidade de Pensacola, entre outros.
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
Mano as mulheres tem medo. De perderem o lar. Existe sim muita violencia domestica.isso e um mal como a corrupcao. Nao se combate facilmente mas pode se minimizar.
ResponderExcluircheers.
Lelio Ricardo Piloto
A questao da violencia está enraizada nos padroes sociais existentes e socialmente aceites. O social aprendido nao se questiona e sim deve se praticar. Refletir violencia carece de reflexao para mudanca profundas nos curricula sociais de formacao dos individuos, Homens e Mulheres.
ResponderExcluirAmelia
Prezado amigo,
ResponderExcluirNão se trata de retrair- mo-nos mas sim este é um assunto que o moçambicano vê e faz de conta que não viu, ignora o mas tambem não é por falta de conhecimento, e nem, por esta ser uma lei nova.
Essa decisão tem que partir de cada um...
Alda Matola
Bom dia a todos.
ResponderExcluirEspero que tenham um inicio de semana tranquilo.
Olha Gil, a questao de violencia esta realmente a atingir indices alarmantes, porem, e importante salientar que ja estamos muito a frente do que se vinha vivendo antigamente, isto porque tal acto esta inserido dentro da nossa sociedade e como cultura.
No entanto, apesar de ser um grande desafio, creio que vamos a tempo de alcancar quanto antes os resultados desejados.
Todavia, e importante que a gente seja um pouco tolerante quando se fala da figura da mulher, pois muitas de nos, ja crescemos achando que marido que espanca e aquele que ama, e por isso mesmo que nem sequer pensamos em dar queixa, sendo feita pelos outros por nossa conta, e algumas tambem de nos, seguimos aquela questao de que da na mesma, indo ou nao meter o caso, nada se vai fazer porque o meu marido e isto e aquilo, e por fim, existimos nos tambem que, dependemos so e somente so do violador para sobreviver, e dai que poderemos fazer?
-Continuar sim a advogar contra qualquer tipo de violencia.
-Punir os violadores como forma de dar exemplo, sobretudo, quando se tratam de figuras (espelhos)dentro da sociedade
-continuar a encorajar as mulheres para que tirem qualquer tipo de receio quando se trata de divulgar actos de violencia
E sem querer deixar de falar dos homens que tambem sofrem qualquer tipo de violencia perpetuado pelas mulheres...
Francisca Manjate