Postagens

Extracto de conversa de Jovens sobre a violencia contra a mulher

Abaixo, uma conversa entre jovens (Rapazes e Raparigas) moçambicanos no Facebook em volta de uma figura que ilustra um acto de violência contra uma mulher. http://www.facebook.com/profile.php?id=1012853782#!/photo.php?fbid=178175638897245&set=a.171644749550334.33184.100001144300031&cmntid=178184935562982 Vamos acompanhar a conversa: O Danilo Africo postou a foto no seu mural de Facebook com a seguinte frase: “Isso sim, é que é um marido k têm atitude pa com sua mulher...” Top of Form 6 people like this. Danilo Africo Alalala...Mano Ditoooooooo,,,Mano Ditoooooooo,,,Mano Ditoooooo...Lol Methine Manjate K feiuuu.. diga nauu a violenxiia coitada.. exe ai eh momomo.. tnhu meduu · 1 person - Danilo Africo likes this. Danilo Africo é pra ter medo sim. por isso k as mulheres hoje em dia abuzam... Danilo Africo Mas tenk a Biwa bem... (O Danilo sugere que tens que bater bem uma mulher) Arnaldo Munguambejunior Yá man swi dzula a ku biwa bem. (O Arnaldo concorda com o ...

Violência contra a Mulher: ONU lança banco de dados

Imagem
www.endvawnow.org   UN Women está a lançar uma plataforma baseada na Internet que fornece informação sobre as iniciativas tomadas pelo fim da violência contra mulheres e meninas, entendendo que o conhecimento é a chave para a acção de sensibilização, e o fundamento dos recursos, serviços e as leis para eliminar este flagelo.   O site* está disponível em Inglês, espanhol e francês e está constantemente a ser atualizado, fornecendo "uma plataforma web que reúne programação, conhecimento e as lições aprendidas a partir de iniciativas pelo fim da violência contra mulheres e meninas em todo o mundo." Foi lançado pela UN Women, Centro de Conhecimento pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas. Em seu artigo "Violência contra a mulher: uma prioridade urgente da saúde pública", Claudia Garcia-Moreno (a) e Charlotte Watts (b) afirmam que "o investimento em prevenção e em serviços para os sobreviventes continua a ser manifestamente insuficiente"...

Comunicado de Imprensa da NHAMAI - DIVULGAÇAO DA LEI DA VIOLENCIA DOMESTICA CONTRA A MULHER

  APRESENTAÇAO DO PROJECTO DA COSV SOBRE A DIVULGAÇAO DA LEI DA VIOLENCIA DOMESTICA CONTRA A MULHER Caros Jornalistas   A NHAMAI-DHMC, é uma associação de Direitos Humanos da Mulher e Criança, que tem como objectivo apoiar a mulher e criança vítimas de qualquer tipo de violência, com maior incidência na violência doméstica e HIV Sida. A NHAMAI- DHMC, possui um Centro de Acolhimento onde atende e acolhe as vítimas de violência dando-lhes apoio jurídico, psicológico, médico, social e empondeiramento. Está situada no Bairro Nkobe, Posto Administrativo da Machava. No dia 04 de Abril do corrente ano a COSV uma O.N.G Italiana que está a apoiar a NHAMAI na divulgação e sensibilização da Lei da Violência Doméstica Contra a Mulher em todos os Distritos de Maputo vai fazer o lançamento oficial do inicio do projecto. Por outro lado a HOPEM homens pelas mudanças vai também iniciar oficialmente a sua parceria com a NHAMAI para a sensibilizar os homens a terem outra abordagem sobr...

Extracto do Discurso da Embaixadora dos Estados Unidos de America em Mocambique na aula de sapiencia no ISCTEM

“...Alguns homens moçambicanos já estão bem à frente desta causa, e formaram um grupo intitulado Homens pela Mudança em Moçambique (HOPEM), uma aliança de organizações liderada por homens emprenhados no progresso do estatuto das mulheres.  Alguns dos países africanos vossos vizinhos já contam com organizações semelhantes, intituladas Men for Gender Equality. Em 2010, a HOPEM liderou um workshop a nível nacional sob o tema da Masculinidade e Violência Contra as Mulheres, em Maputo, e com a participação de 30 grupos da sociedade civil. Conseguiram disseminar mais informação ao público e organizaram uma marcha contra a discriminação baseada no género em Maputo com 600 participantes. Um dos participantes, Gilberto Macuacua, também gere um blog intitulado “Género e Violência contra a Mulher em Moçambique” que luta pela igualdade e pelo fim daquilo que ele chama “a grave violação dos direitos humanos que é a violência doméstica.”   Congratulo os membros da HOPEM – eles ...

Estupro correctivo de lesbicas: acto macabro

Por: Gilberto Macuácua Fiquei profundamente chocado com o caso da Millicent Gaika, que se deu no ano passado em Cape Town, na África do Sul. Ela foi atada, estrangulada, torturada e estuprada durante 5 horas por um homem para “cura-la” do lesbianismo. A práctica do estupro correctivo espalha-se no pais vizinho, e no continente africano. O pior para mim é a ausência de uma vontade política para acabar com estes actos desumanos. A África do Sul é reverenciada globalmente pelos seus esforços pós-apartheid contra a discriminação. Foi o primeiro país africano a proteger constitucionalmente os cidadãos da discriminação baseada na sexualidade e legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo em 2006. Mas este acto macabro não é classificado como crime de discriminação. Em Janeiro, o Ministro Jeff T. Radebe   insistiu que o motivo de crime é irrelevante em casos de “estupro corretivo”. O estupro corretivo é baseado na noção absurda de que as lésbicas podem se tornarem heterossexu...